sexta-feira, 29 de junho de 2012




A Prefeitura de Mesquita, em parceria com o Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, está realizando obras de contenção de enconsta, drenagem e pavimentação no bairro da Coreia. O investimento será superior a 20 milhões.
O Programa, do Governo Federal, vai destinar ao estado do Rio de Janeiro R$ 1,770 bilhão até o final de 2014 para drenagem e contenção de encostas. Serão apenas 109 municípios beneficiados em 18 estados brasileiros, que sofrem constantemente com enchentes e inundações em períodos de chuva.
Em Mesquita, as obras já começaram e algumas intervenções já estão mudando o bairro da Coréia, como: a contenção das paredes do Canal Dona Eugenia, na Avenida Brasil; O muro de contenção na rua José Dias Guimarães; a escada de acesso, e a canaleta para escoamento das águas de chuvas, na rua Mato grosso; a concretagem da rua José Dias Guimarães e as obras para pavimentação da rua Amazonas, são algumas das intervenções que estão sendo realizadas no bairro.
O projeto apresentado pela Prefeitura de Mesquita e aprovado pelo Ministério das Cidades prevê a construção de muro de contenção em todas as encostas do bairro; a canalização do canal Dona Eugênia, como será preciso cortar algumas arvore para realizar esse trabalho, ocorrerá também, o plantio de novas mudas; obras de macro drenagem serão executadas para evitar enchentes e as ruas serão saneadas e asfaltadas.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A história de nossa Mesquita dos jacutingas aos mesquitenses

A história de nossa Mesquita dos jacutingas aos mesquitenses
Há 500 anos, a cidade de Mesquita era habitada por “jacutingas”, apelido dado aos índios pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco, um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época.
A guerra entre índios e portugueses, seguida de doenças, contraídas pelo contato com o branco, dizimou centenas de índios, que lutaram para resistir à escravidão. O bairro de Jacutinga é o único em toda a Baixada Fluminense que ainda preserva a memória dos valorosos indígenas.
Fazendo uma viagem de volta ao tempo descobriremos que as terras mesquitenses já foram verdes: verde dos canaviais, depois a cor que passou a predominar foi a dos laranjais. Por volta de 1700 um engenho já funcionava na descida da Serra da Cachoeira, produzindo açúcar e aguardente com mão de obra escrava.
O engenho era situado onde hoje temos o Parque Municipal e seu proprietário era o Capitão Manoel Correa Vasques. As terras de Cachoeira passaram por vários donos, até que foram parar nas mãos de Jerônimo José de Mesquita, o primeiro Barão de Mesquita, e, mais tarde, nas mãos de seu herdeiro, Jerônimo Roberto de Mesquita, que viria a ser o segundo Barão de Mesquita.
Em 1884, quando a Estrada de Ferro chegou às terras, a parada de trem passou a se chamar Jerônymo de Mesquita (Barão de Mesquita). Nessa época as fazendas começaram a não dar mais lucros, principalmente por conta da abolição dos escravos, e a Fazenda da Cachoeira foi vendida e mudando de donos, e atualmente é denominada de antiga “Gleba Modesto Leal”, situada no Parque Municipal de Nova Iguaçu. O sumiço da fazenda se concretizou quando foi transformada em chácaras e sítios de plantio de laranjas.
Os nomes das paradas e estações ferroviárias vão, com o tempo, engolindo os nomes dos lugares. “Cachoeira” perdeu para “Jerônymo de Mesquita”, e o Jerônymo (para simplificar), também sumiu do mapa. Há indícios que a localidade, antes mesmo de ser conhecida como “Jerônymo de Mesquita”, tenha sido chamada de ”Mutambó”, palavra de origem africana que fatalmente designaria uma espécie de árvore que teria sido comum na região.
A margem direita da ferrovia apresentava algumas colinas, com barro de razoável plasticidade, para fabricação de tijolos e telhas. Junto à estação de Mesquita surgiria a Companhia Material de Construção Ludolf & Ludolf.  À margem esquerda, na Rua da Cachoeira, tentava crescer um arraialzinho, logo perdendo importância para o povoado incentivado pela ferrovia, no entroncamento dos caminhos que comunicavam Cachoeira com sede da Freguesia de Santo Antonio de Jacutinga (na atual Prata). Cachoeira (Mesquita) e Maxambomba (atual Nova Iguaçu) ficavam na Freguesia da Jacutinga, a única a ter o nome de uma das aldeias dos índios tupinambás.
A explosão demográfica destes lugares deveu-se à ferrovia, a partir do trem elétrico, na década de 1930 (a eletrificação começou mesmo em 1935), e declínio da citricultura (propiciando o surgimento de loteamentos). Mas outras ações foram decisivas para a ocupação do território da Baixada Fluminense, como as obras de saneamento, a partir da década de 1930, a tarifa ferroviária única no Grande Rio, a construção da Avenida Brasil em 1946, a criação do Serviço de Malária da Baixada Fluminense e a abertura da Rodovia Presidente Dutra em 1951.
Por volta de 1940 a população mesquitense era 9.109 mil habitantes, mas a decadência na produção de laranjas provocou a venda das chácaras e começaram a surgir os primeiros loteamentos, entre o pé da Serra e a Estrada de Ferro. As olarias também deram lugar aos loteamentos, e em 1950 a população passou para 28.835 mil habitantes.
No censo realizado em 2010, a população de Mesquita atingiu 168.403 habitantes. Divididos em três distritos, 1º Distrito (CENTRO): Alto Uruguai, Centro, Chatuba, Coreia, Edson Passos e Santa Terezinha. 2º Distrito (VILA EMIL): Cosmorama, Cruzeiro do Sul, Vila Emil e  Juscelino. 3º Distrito (BANCO DE AREIA): Bairro Industrial, Banco de Areia, BNH, Jacutinga, Rocha Sobrinho, Santo Elias e Vila Norma).

quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Prefeitura de Mesquita tem priorizado a revitalização da Cidade, com a realização de obras em diversas localidades. Em 2011, foi entregue à população de Santo Elias, uma Praça e concluída a pavimentação de várias ruas do Bairro.

A Praça Liberdade, construída no espaço onde funcionava o antigo campo da Instalação, é uma área de lazer moderna, que beneficiou os moradores do local. Possui uma quadra poliesportiva, um playground, bancos e uma excelente iluminação. Além disso, foram criadas em seu entorno, novas ruas completamente urbanizadas.

Além disso, foram concluídas as obras nas Ruas Cesário (trecho entre a Avenida Governador Celso Peçanha e o limite com Nova Iguaçu); Celestino (trecho entre a Avenida Governador Celso Peçanha e Rua Sotero); Alberico Gomes Pereira, Sotero, Guido, e Ricardo Freitas (todas no trecho entre a Rua Josefina e a Via Light); e a Josefina (trecho entre a Avenida Governador Celso Peçanha e Rua Bráulio).  

Outra conquista para os moradores do Bairro, foi a municipalização da Escola Professor Quirino, que iniciou o Ano Letivo 2012, em pleno funcionamento, beneficiando cerca de 500 novos alunos do local, nas modalidades: de Educação Infantil, das Séries Iniciais do Ensino Fundamental (até o 5º ano), e do Ensino Fundamental da Educação de Jovens e Adultos – EJA.

De novo: Time elege Dilma uma das 100 pessoas mais influentes do mundo

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mesquita discute Olimpíadas da Baixada

F.JC.Marinho
Mesquita sediou ontem, a segunda reunião que estabeleceu os preparativos das Olimpíadas da Baixada 2012, organizada pelo jornal O Dia. O encontro que foi liderado pelo organizador do evento, Antonio Carlos Prazeres, contou com a presença do subsecretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer de Mesquita, Ulisses Sampaio e de representantes dos treze municípios da Baixada Fluminense.

As Olimpíadas da Baixada 2012, que este ano completa sua 14ª edição, acontece entre 2 e 22 de julho e contará com competições de futsal, futebol de campo, handebol, atletismo, basquete, natação, voleibol e xadrez, nas categorias sub 14 e sub 17 masculino e feminino. De acordo com Ulisses Sampaio, Mesquita vai participar de todas as competições. “Ficamos em 2010 e 2011 com o terceiro lugar geral, mas esse ano vamos trabalhar para alcançar o primeiro lugar”, disse o subsecretário.

Segundo Antonio Carlos Prazeres, cerca de 2.800 atletas são esperados no evento deste ano. “Existem muitas empresas de grande porte instaladas na Baixada Fluminense que poderiam participar do projeto. Espero que nos próximos anos, com mais apoio, possamos ampliar as Olimpíadas da Baixada e assim, inserir cada vez mais jovens no universo esportivo”, concluiu ele. Mesquita sediará as competições de natação, no dia 14 de julho (sábado), na piscina do Tênis Clube de Mesquita, que fica na Rua Arthur de Oliveira Vecci, nº 290, Centro.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

CRACK, É POSSÍVEL VENCER

Rio de Janeiro terá ações de enfrentamento às drogas A prefeitura do Rio de Janeiro (RJ) e o governo do Estado assinam, nesta sexta-feira (13), termo de adesão ao programa do governo federal “Crack, é possível vencer”. A cerimônia ocorre às 9 horas, no Palácio da Cidade. O pacto entre as três esferas de governo tem o objetivo de aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários de drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção. Pelo governo federal, participam os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Alexandre Padilha (Saúde), além do secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Rômulo Paes. O governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes assinam pelo estado e pelo município, respectivamente.